Pensar

O dia em que a máquina respondeu primeiro

Comecei sem aviso. Numa terça-feira normal, durante uma reunião de equipa por Teams, o colega d nome Pedro (um nome fictício), partilhou o ecrã para mostrar os números da semana anterior. Até aí, normal. Depois abriu uma nova janela. “Este é o meu assistente”, disse, com o tom de quem apresenta um estagiário tímido. Na janela estava um chat de IA. O Pedro tinha-lhe pedido para analisar os dados de tráfego da rede na madrugada anterior, cruzar com o histórico de incidentes e sugerir três acções prioritárias.

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Será que a IA vai destruir o trabalho em equipa?

Surge assim o “indivíduo superpoderoso”, capaz de fazer aquilo que antes exigia equipas inteiras. E a pergunta impõe-se: se a IA substitui a contribuição cognitiva de várias pessoas, para quê suportar o atrito da colaboração humana?

Segundo Tomas, um psicólogo organizacional e autor de I, Human, e Dorie consultora de organizações em reinvenção — ambos vêem experiências de todos os tipos: agentes a testar estratégias, a executar funções financeiras e operacionais, e até a funcionar como equipas de desenvolvimento quase autónomas.

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A mulher que recusou ter medo da máquina

Segundo a KPMG, 52% dos trabalhadores a nível global receiam que a IA elimine os seus empregos. Quase um terço admite estar a sabotar activamente a estratégia de IA da sua empresa. O fenómeno já tem nome: FOBO — Fear of Becoming Obsolete. Na MSTelcom, a transformação em curso exige atenção a este sentimento — não para o ignorar, mas para o transformar em curiosidade.

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